FDS Sierra Nevada

Não é preciso dizer muito.... apenas que valeu por uma época, até porque para mim foram os únicos dias deste ano.




H.E.M.:
… eu por acaso ainda tenho algumas coisas para dizer.

Apesar de ter sido só dois dias, parece que foi uma semana, pois foram muito preenchidos.
O
convite surgiu com dois dias de antecedência e, sinceramente, não estava muito inclinado para ir (a temporada este ano foi má, a Sierra – pensava eu – apresentava fracas condições e a semana tinha-me corrido muito mal, estando completamente de rastos). No entanto, como a companhia era boa e, afinal, as previsões de neve não eram assim tão más, acabei por ir.
De facto, apanhamos neve muito boa: fizemos uns foras de pista em neve virgem, percorremos quase a totalidade da estância e ainda demos uns saltitos no snowpark. A par disso, ainda fomos ver os pros a riparem no freeride (em que faziam altos drops dos penhascos) e no snowpark.

Por esta temporada, apesar de ter
começado menos bem, encerrou com chave de ouro.

Para o ano há mais e agora siga até à grande maçã…

"Bastidores" do FDS na Sierra Nevada

Deixo aqui uns breves apontamentos fotográficos dos “bastidores” do fds passado.

Foi uma coisa combinada de um dia para o outro em que o Pedro convidou-nos (eu e o Rui) para o acompanhar à Sierra Nevada. Ele ia fazer uma cobertura fotográfica evento de snowboard e nós fomos curtir a neve (que, por sinal, foi, para mim, a melhor da temporada).

Mais tarde irá surgir um outro post com mais conteúdo e fotos de acção. Por agora ficam só algumas fotos de bastidores.


Páscoa 2007




A Páscoa deste ano brindou-nos com uns dias de ondas pequenas e bom tempo. Valeu a pena ir para a água nem que fosse apenas para ter momentos destes.... "Vale sempre a pena quando é para Surfar com os amigos" HEM... You know what i mean... eh eh eh

Memorial Miguel Canário 2007 (Cartaz)

www.miguelcanariomemorial.com

Cliquem para ver os posts do evento de 2006 e 2005.

Projecto para espaço público urbano


Deixo aqui este link da S.N.B.E. (Sociedade Nacional de Bela Artes), no qual consta uma publicação, na galeria virutal, de um projecto elaborado por mim.

Tratava-se de um execício de composição, em que se elaborava um projecto para espaço público urbano, ou seja, um mural de uma rua, com cerca de 60m de comprimento por 4m de altura. O tema que foi escolhido por mim foi "olhares".

Na foto pode-se ver alguns desenhos elaborados em diário gráfico, que, depois, foram depurados até ao esboço final. Também se vê a maqueta do projecto final, que representa metade do mural (o qual seria constituído por várias formas com relevos e texturas diferentes e desnivelados - sendo o material base o cimento, metal e aplicações em Trencadís - de forma a que o aspecto visual final fosse dinâmico consoante a alteração da exposição solar).
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P.S.: Sobre a S.N.B.A. também podém dar uma vista de olhos aqui.

Os caracóis do Manuel


Olá pessoal, apesar de ter já sido na semana passada, o dia do Pai teve para mim, este ano, um gosto especial, isto porque me foi pedido, na Creche do Manuel, que eu escrevesse algo sobre a minha experiência como Pai. Foi isso que fiz e é esse texto que dedico a todo o pessoal do Team (os que já são pais e os que vão ainda ser), aos visitantes que nos conheçem e a todos os desconhecidos que por acaso passem por este blog.


Pai
Estou a iniciar a escrita deste texto no dia em que soube que vou ser Pai pela segunda vez, e por isso preparo-me para reviver, nestes próximos nove meses, todos os sentimentos que há dois anos atrás começaram a ter um lugar muito especial na minha vida. Quando digo há dois anos atrás não me refiro à data do nascimento do meu filho, mas sim à altura em que soube que ia ser Pai. Foi desde essa altura que assumi, de forma bem clara, que tinha chegado uma das alturas da minha vida que eu sempre ambicionara. Desde o “Predictor” às consultas na Obstetra, às ecografias e, por último, o parto, sempre acompanhei a minha mulher o máximo que pude e sinto-me feliz por isso e sei que ela também.
A alegria de assistir e ajudar num parto que trouxe ao mundo o meu “puto” foi apenas o primeiro dos sentimentos “pós-parto” que senti. Muitos outros se seguiram e outros virão que ainda não senti, mas penso que nisto de criar e educar um filho temos de estar sempre prontos para as novidades boas e más. As pequenas e grandes conquistas que ele já atingiu são um motivo de enorme orgulho, mas o orgulho estende-se também a mim próprio e à minha mulher por sentirmos da parte do nosso filho que ele é e está feliz. Os sentimentos menos bons fazem também parte deste processo e aquele que, neste momento, mais me assombra é a angústia pela impotência relativamente à doença, angústia essa que tento combater da mesma forma que sempre lidei com a minha vida, e que é com optimismo, ou, por palavras do meu Pai, “ter pensamento positivo”.Não gosto de me considerar um Pai diferente dos outros, nem especial (apenas para o meu filho), mas um episódio que se passou comigo um destes dias pôs-me a pensar naquilo que é suposto ser um Pai. Em conversa com uma colega de trabalho, Mãe recente, ela ficou espantada com a quantidade de coisas que faço e que me sinto à vontade a fazer, no que diz respeito às tarefas de cuidar do meu filhote, tendo ela dito “ajudas muito a tua mulher”, eu respondi que não, tal como a minha mulher não me ajuda a mim, limitamo-nos a fazer uma partilha das tarefas. O que eu me tenho vindo a aperceber é que, por vezes, são as mães que não promovem essa partilha, talvez por receio de os pais não saberem o que fazer, mas acreditem que sabemos (basta querer). Por isso, Mamãs, confiem nos Pais e, quando não nos sentimos à vontade, ajudem-nos e ensinem-nos.

1000

Venho por este meio reclamar o meu prémio!!!
Que tal ser o próximo FDS na Costa Alentejana?
Para que não haja qualquer dúvida, aqui está a prova.

Fim de Semana atribulado no mar





Foi um corropio dentro de água, no Sábado. Tivemos pessoal no rola na Praia do Norte, houve pessoal no enrola na Cave, e pessoal enrolado em S.Sebatião... o nosso quintal.





Para o rola no norte... não percebi muito bem ideia dos gajos, porque não havia ondas (decentes) para o rola... efim.



Para o enrola na Cave, parece que a coisa foi cómica com drop-in, rabo á mostra, tudo á mistura.


Quanto ao enrolado em S.Sebastião o caso foi bem mais grave... o bodyboarder em questão ficou sem a prancha, depois do cordão do copo se ter quebrado. A maré como estava na vazante, começou o agueiro a puxar para fora o rapaz bem que remava, sem sucesso, lutando contra a corrente. Alguém preocupado chamou as entidades competentes (Bombeiros e Policia Maritima) que prontamente avisaram a mota d'água, que estava a prestar apoio ao campeonato que decorria em Ribeira d'Ilhas.






Mas a situação não era assim tão grave, e não era necessário tanta mobilização de meios. O tipo tinha o amigo por perto e tinha os pés-de-pato. Além do mais, havia gente com calo a entrar.



Enfim... o pessoal gosta é disto. Sirenes, ambulancias, pessoal a correr de um lado para o outro... gajos a tirar fotos... houve quem availasse a prancha do infortunado bodyboarder, caso a coisa desse para o torto.


Por fim, a mota de água depois de fazer dois ou três bicos de pato, lá pegou nos dois bodyboarders e lá foi a mota d'água, ambulancia e toda a gente para a Praia dos Pescadores.


Moral da História: O Palmeira não chegou a ficar com a tábua.

Aviso à navegação


Olá pessoal, pareçe que este fim de semana vão estar umas altas ondas. A previsão é de Lestada de manhã, pelo que podemos aproveitar a maré a vazar.


Para quem quiser aproveitar, o ponto de encontro será o habitual (SS) e deve ser por volta das 8 AM.


Abraço.

Este Semestre ja esta para tras das costas

Olá Pessoal

É só para os informar que este Semestre na faculdade correu bem e meti as cadeiras todas para trás das costa, ou seja passei a todas.

Abraço para todos e obrigado pelo apoio.

Paulinho

BROS

BROS: Do inglês, é diminutivo de brothers - que significa irmãos - mas não refere propriamente uma relação de consanguinidade, de filhos dos mesmos pais. Usa-se mais o termo "Bros" para uma certa afinidade com alguém, que poderá ter os mesmos interesses ou para estabelecer uma certa aproximação emocional com outrem (terá como equivalente para o português os termos como companheiro, amigalhaço, colega, entre outros).

Mas não é por isso que velho falar dos BROS.
Quem teve o privilégio de viver na década de 80, conhece certamente uma banda de nome BROS. Era uma banda que esteve no pelotão da frente da génese do conceito de boys band. Na altura eles eram verdadeiramente OS MAIORES e era só ver “resmas de gajas” a caírem-lhes aos pés (hoje em dia, estas bandas estão banalizados/ridicularizadas e perderam o estatuto de respeito que outrora granjeavam).


A par dos BROS, podem citar-se outros grandes ícones da altura, tais como VANILLA ICE, NEW KIDS ON THE BLOCK, ou mesmo os EUROPE (aqui num registo mais “heavy metal”); enfim, uns verdadeiros CROMOS nos dias de hoje, mas, na altura, faziam derreter os corações das moçoilas.


Para quem não os conhecia, ou quer reviver um dos grandes êxitos dos BROS, sempre se pode dar uma espreitadela neste vídeo clicando
aqui.

Mas – é lícito perguntar – o que é que isto tudo tem que ver com o Speakleash?

Enfim, sendo a Ericeira uma bela terra em que o género feminino abundava (e com espécimes dignos de majestosas esculturas), havia que saber interpretar os seus desejos, e o Speakleash não foi excepção…

Senão vejamos:

P.S.:
Tendo-se sentido ultrajado com o conteúdo deste post, veio o Senhor Pedro exercer o seu direito de resposta, através de um comentário ao mesmo, e exigir (por intermédio da sua equipe de avdogados) que o mesmo fosse aqui publicado. Assim, aqui se faz a devida citação:

"Há aqui uma mentira. Não havia gajas na Ericeira, não havia mesmo, só mulheres de bigode. As únicas gajas que existiam apareciam uns dias em Agosto arrastadas para ver um campeonato de Surf em Ribeira. Até as poucas betinhas (umas 5 ou 6 no total... a irmã dos milos, uma prima loira do pimpas, uma loira irmã do andré, uma outra morena de q n lembro o nome, a Vanessa com voz de bagaço e corpinho danone. O resto ou tinham 10 anos ou eram cópias a preto e branco da famosa, papadora de prós bêbados do WQS a "Sandra Preta". Até as posers manas rocha eram atiradas para casa dos avós contra vontade) arrastadas para a praia do Sul porque os Pais gostavam da Ericeira passavam a maior parte das férias no Algarve mais as outras pseudos todas.Lembro-me inclusivé de quando o primeiro de nós tirou a carta de condução (tinha eu 17 anos e tenho hoje 33) fomos todos à Praia Grande num Renault cor-de-laranja velhinho ver as miudas de bikini na Praia Grande.90% das gajas que hoje em dia falam da Ericeira como se lhes fizesse parte da vida toda só o fazem pelo complexo de "poser wanna be". É "trendy" ter relação com a Ericeira, é "bem".Lembro-me bem que naquela altura quem ia para a Ericieira era mesmo por amor. Fora o mês de Agosto era um sitio onde era muito fácil uma pessoa se sentir sozinha, passear nas ruas sem viv´alma, os pescadores estavam no mar, os bares deixavam-nos entrar com 15 anos e beber sumol ou imperial senão n tinham um freguês a noite toda.Bons tempos, o Inverno, com mais 3 malucos com uma lycra e um calção, entrar num Mar gigante que até hoje não consigo medir mas lembro-me de rezar uns quantos Avés-MArias a ser puxado para fora encostado ao pontão na praia do Norte para conseguir depois lá fora remar até aos Marialvas...Não , não me lembro de haver gajas no geral... chegámos a trazê-las de fora mas nunca ficavam muito tempo...até em São Julião havia mais gajas de jeito que na Ericeira toda....Deve ser por isso que somos todos uns "Tough Mother Fuckers"... ;) "

Fim de citação.

Ao que isto chegou


O frenesim do consumismo e da associação de marcas de surf a tudo e mais alguma coisa teve mais um episódio que sinto necessidade de partilhar neste nosso blog porque se refere a uma banda que sempre esteve associada a este team.
http://www.surftotal.com/new_news.asp?codigo=149&fonte=ger%2Fhome

Moments 1

As vezes que não Surfo


Já me tem acontecido ir ver o mar à Ericeira com o intuito de ir surfar e depois acabo por não o fazer, normalmente porque o mar está com um tamanho que não me dá confiança para entrar sózinho. Esta foto retrata um desses dias... estava lindo, mas a dar um bocado de porrada o que me fez ficar em terra.

EM dos surfistas (04-II-2007)

Pois é, vai ser aberta uma nova fase neste blog, muito mais dinâmica e visualmente apelativa. Os posts sobre surfadas ilustrados apenas com textos ou fotos pré/pós surfadas estão em vias de extinção.

Agora vamos poder fotografar “in loco”, em cima do momento e onde se passa toda a acção (o problema vai ser a organização dos “turnos” para quem vai fotografar – mas isto é coisa que se resolve facilmente).

Neste dia (04-II-2007), o mar estava direitinho mas muito pequeno e a dar seca. Aliás o Nani, antes de sair do carro e de ver o mar, conseguiu, “num golpe de vista”, opinar que o mar estava uma grande treta ;-P.

Entramos (eu, o Rui, o Coxo e mais outros) na EM dos surfistas, com ondas pequenitas mas, algumas delas, bem formadas.
Depois de termos surfado um pouco e quando as ondas quase já não existiam, decidimos ir buscar o brinquedo novo para o experimentar.


A coisa nem correu mal de todo, mas vai ser preciso habituar o olho para apontar a câmara e escolher muito bem a programação da máquina (as fotos ficaram com bastante ruído). Aliás, a coisa correu tão bem que acabamos por ficar muito mais tempo dentro de agua do estávamos à espera.

O Rui nem sequer conseguia disfarçar o seu ar de felicidade (segundo consta passou o dia todo com este sorriso).

Ficam, então, aqui os primeiros registos fotográficos “on the spot”.
Para verem todas as fotos tiradas, cliquem aqui.



Um pouco de humor...


Para marcar o meu regresso à "Postagem" nada melhor que um pouco de humor.


Relembro os mais distraídos que vão começar a ser publicados posts com fotografias de grande qualidade e que revelam uma grande coragem por parte dos fotografos....tudo Made in Speakleash


Abraço a todos

Pirinéus (I-2007)

O início desta temporada foi inédito para mim, pois comecei com duas semanas seguidas de neve (juntei-me a dois projectos distintos que ocorreram nos Pirinéus). Ambos os projectos comungaram de dois factores importantes, ou seja, a grande escassez de neve (a níveis muito preocupantes) e a existência de um grupo de pessoas verdadeiramente bem dispostas, de aprazível companhia e convívio (posso dizer que fiz excelentes novas amizades), que contribui para amenizar a referida falta de neve.
Na primeira semana, foi a edição 2007 da Semana Branca, só que desta feita ocorreu em Pas de la Casa, em Andorra.
Foi uma semana em que andei muito cauteloso e agasalhado, pois, dias antes, havia-me sido diagnosticado uma bronquite aguda.
As pistas estavam pelo mínimo, cheias de pedras e lama. Como se tratava de uma estância que já conhecia bem, acabou por não me trazer algo de novo (à excepção dos corrimões, nos quais me aventurei - algumas vezes com sucesso, outras não, neste caso foram-me deixadas alguns “recuerdos” no corpo).

Na segunda semana, fui para Cerdanya, para uma localidade a cerca de 30km de Pas, onde nos encontrarmos com segundo grupo. Éramos apenas três pessoas a fazê-lo (houve um dia de intervalo, que foi algo estranho, face à ausência repentina das pessoas que constituíam o grupo; daí que decidimos fazer uma bela caminhada pela montanha para matar o tempo).

Este interface foi, em certa medida, uma aventura. Eu era das pessoas que tinha mais carga, pois decidi ficar com as duas pranchas, a par do resto equipamento e bagagem (os outros dois amigos enviaram os skis para Portugal, para não os estragarem mais em rochas). Tivemos que apanhar um autocarro(1), um comboio(2) e, depois, andar a pé (uma distância que, para mim, pareceu ter mais do que 40km, mas na realidade não devia passar dos 2km).




Quanto a esta segunda semana propriamente dita, foi um formato que me agradou bastante, pois não havia uma só estância definida: estávamos alojados nuns chalets no meio de uma zona rural, muito tranquila, indo depois para uma estância a escolher (ali a oferta era muita).


A neve estava ligeiramente melhor que em Andorra e as estâncias que visitamos (

La Masella; Les Angles; e La Molina), apesar de mais pequenas, eram muito engraçadas, com bastantes árvores e trajectos muito interessantes.

Um dos episódios dignos de nota que me aconteceu (e que poderia ter tido algumas consequências mais graves), foi ter sido projectado por uma cadeirinha contra uma cabine de controlo das mesmas, a cerca de dois metros de distância. Felizmente só tive um hematoma num joelho, tendo-me valido as protecções (principalmente o capacete). Portanto, nunca é demais usar protecções, pois nunca sabemos quando vamos precisar delas.


Por fim, o “apres ski” também foi muito giro e animado (onde, por incrível que pareça, até cheguei a dançar).


(1) Ainda falam mal dos Portugueses: o transporte realizou-se num vulgar autocarro de passageiros (daqueles em que os lugares estão apenas divididos por um minúsculo corredor de 50 cm), cuja paragem não existia e as pessoas entravam “à ganância”, como de um verdadeiro transporte público urbano em hora de ponta se tratasse. O mais incrível é que o senhor motorista (que nem sequer passou bilhete, apenas anotou num papel a quantia paga) não quis abrir a mala da bagagem, nem a porta de trás, pelo que tivemos mesmo que entrar com toda aquela carga e percorrer o dito corredor (sem que os passageiros facilitassem muito a passagem). Enfim…

(2) Aqui já parecia que estávamos num país civilizado e super moderno, pois era um comboio com todas as facilidades e confortos (ampla zona de carga, com suportes para skis, bicicletas, etc, janelas panorâmicas, lugares confortáveis, com tomadas eléctricas, etc, etc).